segunda-feira, 11 de abril de 2016

espinha de peixe com farinha



espinha de peixe com farinha

naquela tarde em Teresina quando perdemos Tom Jobim, cantamos a Garota de Ipanema e o poema atravessou o cemitério com todo mistério que a tarde então continha. Marciely ainda não era a minha. o mar mora pra lá muito pra lá da cajuína. bebemos o gosto do caju sal/preso na língua e a saliva era só sal não tinha peixe no poema alguma espinha e a farinha que Luisa misturou na tapioca.

Artur Gomes Gumes

Nenhum comentário:

Postar um comentário